Legisladores suprimiram as penas de prisão de uma lei de imprensa de 1902, mas alguns jornalistas ainda enfrentam denúncias criminais e multas elevadas. “Legalmente, é como se eu estivesse morto”, disse um deles.
O já limitado cenário midiático na ilha é ainda mais restringido pelo bloqueio de sites considerados críticos ao governo. A ausência do site do El Toque também afeta aqueles que buscam informações sobre a cotação do dólar.
O diretor do extinto jornal elPeriódico enfrenta múltiplas acusações criminais em processos que organizações nacionais e internacionais classificam como falhos e politicamente motivados.
Três decisões recentes relacionadas a um conglomerado de mídia confirmam as reivindicações de mulheres que foram afastadas após relatarem condutas sexuais inadequadas, destacando a extensão do assédio nas redações e o preço da resistência.
Rory Branker, editor do meio digital La Patilla, está detido há quase um ano, sendo transferido entre centros de detenção sem aviso prévio e sem ter sido apresentado a um tribunal. Ele é um dos pelo menos cinco profissionais da imprensa que seguem privados de liberdade.
Enquanto a Venezuela entra em uma fase nova imprevisível, os repórteres que cobrem os acontecimentos locais enfrentam detenções, equipamentos apreendidos e pressões para apagar seus trabalhos.
Jornalistas em toda a América Latina enfrentam pressões cada vez maiores, mas seguem firmes. As principais reportagens deste ano mostram repórteres forçados ao exílio, que resistem a campanhas de difamação autoritárias, promovem a alfabetização midiática e expõem fraudes multimilionárias.
Durante webinar recente, jornalistas e acadêmicos do norte da América Central descrevem as ameaças e violências que enfrentam em seus países. Para alguns, isso levou ao exílio — mas não à desistência.
Com militares lançando suspeitas sobre a imprensa e pressionando pela revelação de fontes, jornalistas hondurenhos recorrem a parcerias — e coletes à prova de balas — para cobrir as eleições.
Os fundadores da Revista Factum, do Efecto Cocuyo e do Confidencial continuam a documentar a repressão de seus governos. Em um painel do Centro Knight, eles explicam por que é essencial continuar o trabalho do exterior.
O novo livro do historiador Andrew Paxman traça a evolução da imprensa crítica no México, desde seu surgimento na década de 1990 até as pressões políticas, criminais e financeiras que a ameaçam hoje.
Fabiola Tercero apareceu na imprensa pró-governo dizendo que nunca saiu de casa. Organizações temem que seja uma "prova de vida" orquestrada para desviar a atenção dos abusos do regime Ortega-Murillo.