"O Instituto Imprensa e Sociedade (IPYS) e o Colégio Nacional de Jornalistas (CNP) da Venezuela denunciaram que a perseguição contra jornalistas e a censura no país não cessaram após a queda do presidente Nicolás Maduro, em janeiro deste ano. Eles apontaram que, embora o jornalismo na Venezuela continue, ele continua sendo exercido sob condições de pressão e assédio.
Segundo o IPYS, muitos profissionais da comunicação deixaram de assinar seus trabalhos, enquanto oito em cada dez jornalistas afirmam ter modificado sua forma de trabalhar para poder informar dentro dos limites impostos. O instituto alertou que o impacto dessa situação não se reflete apenas em agressões diretas, mas também na autocensura, que é mais difícil de quantificar, disse. Por sua vez, o CNP registrou 4 intimidações, 16 impedimentos à cobertura e 18 detenções arbitrárias entre janeiro e abril de 2026.
Nesse contexto, as organizações pediram o fim da perseguição judicial e o desmantelamento dos mecanismos de censura estrutural na Venezuela".
Traduzido com IA e revisado por Leonardo Coelho