A importância da reportagem aprofundada, de ir além de estereótipos e de evitar o uso de termos que desumanizam, como "ilegal", na cobertura da imigração foram apenas alguns dos pontos discutidos durante o painel de discussão.
Cerca de 50 jornalistas e especialistas de 20 países da América Latina e do Caribe estão reunidos em Austin, no Texas, Estados Unidos, para o 9º Fórum de Austin sobre Jornalismo nas Américas, entre os dias 8 e 10 de setembro.
Os deputados bolivianos incluirão sugestões dos cidadãos em um novo projeto da Lei de Telecomunicações, em substituição ao original - criticado por organizações de defesa da liberdade de imprensa, pois certos artigos poderiam limitar a liberdade de imprensa, informou o Los Tiempos.
Inspirada nos inúmeros protestos na Espanha que, desde março, pedem mudanças no sistema eleitoral e econômico no país, a cineasta Raquel Diniz, 31, criou um mapa colaborativo para listar casos de corrupção no Brasil, informa a Folha de S. Paulo.
A palavra é nova, mas, como tudo na internet, se espalhou em pouco tempo. O crowdfunding, termo que pode ser traduzido literalmente como financiamento da multidão, está invadindo o Brasil. A explosão de sites desse tipo, a exemplo de Catarse, Multidão, Movere e Benfeitoria, demonstra a boa recepção da novidade em terras tupiniquins.
O encontro começou com um minuto de silêncio, em memória do apresentador de TV Yensi Roberto Ordoñez Galdamez, encontrado morto no mês passado. Aproximadamente 80 jornalistas participaram da homenagem durante o “3° Encontro Internacional de Jornalistas dos Estados e da Capital da Guatemala”. Os profissionais se reuniram para treinamentos e discussões, com o objetivo de melhorar a cobertura das próximas eleições no país, em setembro.
O prestigiado jornalista colombiano Hollman Morris lançou, no fim de abril, pelas redes sociais, uma campanha para manter no ar seu programa de TV de investigação jornalística, o Contravía: pediu doações aos telespectadores e a seus seguidores no Twitter, no Facebook e no YouTube, explicó da Semana.
A América Latina está perdendo oportunidades rentáveis de conservar suas florestas graças à burocracia e ao excesso de trâmites nas transações de créditos de carbono. Esta é a conclusão da investigação de um grupo de 18 repórteres, de 11 países da região. A matéria sobre o comércio de emissões de carbono é o primeiro produto de uma nova série de reportagens de investigação liderada por jornalistas latino-americanos.
No ano passado, a ABC Digital - a edição online do jornal ABC Color - desenvolveu um espaço para que os usuários enviem suas histórias e fotos, com denúncias, anúncios, reclamações e pedidos. Hoje, mais de 25 histórias são apresentadas pelos cidadãos diariamente. Nós temos conteúdo suficiente para publicar uma história por hora, e nós projetamos uma seção de "notícias positivas" para os leitores enviarem suas histórias não contadas de coragem, boas ações por parte das autoridades e dos cidadãos.
Os jornalistas do Panamá estão desenvolvendo a plataforma Meu Panamá Transparente, uma ferramenta digital que pode ser utilizada como um modelo em reportagens sobre crime e corrupção na América Latina. A ferramenta é um mapa digital online, alimentada com informações dos próprios cidadãos que apontam incidentes no mapa geográfico do Panamá.
Oitenta e nove jornalistas de 11 países da América Latina participaram do mais recente curso de jornalismo ambiental promovido pelo Consejo de Redacción (CdR), organização colombiana de jornalismo investigativo. O treinamento foi realizado por meio de uma plataforma de ensino a distância do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade de Texas em Austin.
unicípio, na fronteira com os Estados Unidos, também é o lar de mais de 1 milhão de pessoas, testemunhas de ações positivas e atos extraordinários que merecem ser reconhecidos, segundo um projeto criado pelo Centro para o Futuro da Mídia Cidadã, do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), nos EUA.