Quase 15 anos depois de o jornalista colombiano Orlando Sierra ter sido fatalmente ferido, um dos homens envolvidos no crime foi deportado para a Colômbia.
Na madrugada do dia 5 de maio de 1996, Gustavo Díaz, um comerciante do porto Turbo, em Urabá, Colombia, perdeu tudo. Sua esposa e duas de suas filhas foram assassinadas e queimadas junto com a sua loja por guerrilheiros das Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), em um dos mais de 2 mil massacres ocorridos no país desde 1982.
Jornalistas do Brasil, Colômbia, Cuba, México e Uruguai foram alguns dos ganhadores dos Prêmios Internacionais de Jornalismo Rei da Espanha neste 24 de janeiro em sua 34ª edição, informou a agência EFE.
Durante décadas, o jornalismo colombiano tem sido vítima direta da violência gerada pelo conflito armado vivido pelo país há mais de 50 anos. A assinatura de um novo acordo de paz com a guerrilha das Farc, referendado pelo Congresso do país no último dia 30 de novembro, poderia significar o fim de uma das causas de censura violenta contra a imprensa na Colômbia.
"Estamos em uma relação abusiva com nossos equipamentos tecnológicos de estimação, e acreditamos que eles possam estar possuídos pelo Chupadados." Assim se apresenta o projeto Chupadados, lançado em dezembro de 2016, cujo objetivo é contar, através de textos e infográficos, como equipamentos e serviços tecnológicos são usados na América Latina para coletar, armazenar e até vender dados pessoais - muitas vezes sem o conhecimento dos usuários.
“Vamos te fazer uma confissão: na Colômbia os jornalistas publicam muito menos do que sabem”. Assim começa o vídeo promocional da rede de jornalistas colombianos, criada recentemente, chamada A Liga Contra o Silêncio. Através da sua primeira atividade, a Liga busca recursos suficientes para cobrir os temas que mais são atingidos pela autocensura no país.
Em apenas dois anos como membro do conselho editorial do The New York Times, o jornalista colombiano Ernesto Londoño já fez parte de projetos que fizeram história nesse jornal de 165 anos de idade.
A pedido da Procuradoria, um juiz penal de Bogotá, na Colômbia, aceitou concluir a investigação por injúria contra o jornalista Juan Esteban Mejía Upegui, informou o jornal El Espectador.
La periodista colombiana Jineth Bedoya Lima es la primera en recibir el Premio Fleischaker/Greene para el Coraje en el Periodismo Internacional entregado por la Universidad de Western Kentucky (WKU) y que busca reconocer a aquellos periodistas internacionales que han demostrado coraje y valor al momento de reportar sobre temas sociales.
Jineth Bedoya Lima é talvez uma das jornalistas mais premiadas da Colômbia. Tanto a sua carreira jornalística de 20 anos como a sua dedicação ao ativismo, nos últimos anos, para erradicar a violência contra as mulheres, foram reconhecidos por organizações nacionais e internacionais.
Um juiz colombiano ordenou a prisão do Comando Central (Coce) do grupo guerrilheiro conhecido como o Exército de Libertação Nacional (ELN por sua sigla em espanhol) pelo sequestro de seis jornalistas e um motorista em maio passado, de acordo com o Gabinete do Procurador Geral .
O Conselho de Estado da Colômbia – tribunal superior que julga os processos que envolvem o Estado – condenou a Nação pelo assassinato do jornalista e humorista Jaime Garzón Forero, ocorrido em 13 de agosto de 1999, segundo uma sentença de 14 de setembro.