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Jornalista Yoel Acosta denuncia ameaças para forçá-lo a deixar Cuba

“O jornalista e colaborador do Diario de Cuba Yoel Acosta Gámez denunciou estar sendo submetido a assédio e a ameaças pela Segurança do Estado em Baracoa, Guantánamo, [Cuba] para forçá-lo a deixar o país.

‘No início deste mês fui intimado pela Segurança do Estado. Durante esse interrogatório, os agentes questionaram a postagem que eu havia feito no Facebook em que pedia a libertação de presos políticos. Mas o objetivo real era me dizer que se eu não saísse do país antes de 1º de abril, eles iriam me processar pelo crime de ataque à Segurança do Estado', disse Acosta Gámez em um vídeo enviado a esta redação [do Diario de Cuba ].

'Por este suposto crime tenho sido assediado há dois meses, durante o interrogatório os repressores tentaram me chantagear com meus filhos, com a saúde de minha esposa e de minha mãe, que não é das melhores, mas eu disse a eles que não tinha intenção de sair do país e não ia dar-lhes o prazer de me mandarem para a prisão', acrescentou o repórter.

O jornalista e ativista tem sofrido perseguições sistemáticas por parte da polícia política pelo menos desde o ano passado. Em outubro passado, denunciou que vários agentes o espancaram na cabeça, costas e peito, num interrogatório para o qual foi intimado”.

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