Um vídeo divulgado anonimamente mostra dois jornalistas mexicanos no estado de Michoacán recebendo dinheiro de membros de um dos mais procurados cartéis de drogas do país, liderado pelo Servando “La Tuta” Gómez Martínez, em troca de assessoria de mídia.
No dia 18 de setembro, o presidente paraguaio Horacio Cartes assinou a primeira lei de acesso à informação (LAI) do país, tornando-o o 100º do mundo a adotar este tipo de legislação.
O jornal mais antigo da Venezuela, El Impulso, é a mais recente publicação a evitar por pouco uma paralisação em suas atividades graças à crise de escassez de papel-jornal em curso, que já afetou cerca de 40 jornais e revistas de todo o país desde o ano passado.
Em 13 de setembro, o governo guatemalteco postou fotografias de um artigo não publicado, planejado para sair três dias depois no jornal elPeriódico, levantando dúvidas quanto à possibilidade do governo ter espionado a redação.
Em uma paisagem de mídia digital saturada e em rápida evolução, discernir a verdade da falácia tem se mostrado um desafio para os leitores, especialmente no caso do discurso do governo. Em resposta a uma demanda crescente por notícias confiáveis e precisas, a prática de checagem dos fatos surgiu para permitir que os jornalistas mantenham os funcionários públicos responsáveis por suas declarações.
A cobertura dos protestos no Brasil em junho de 2013 feita pela grande mídia, tanto em websites quanto no Twitter, deu destaque aos protestos e atos de vandalismo em vez de apresentar as demandas feitas pelos manifestantes, de acordo com uma pesquisadora da Universidade do Texas. Os resultados, que lançam luz sobre o papel da mídia na representação dos protestos, foram apresentados na Association for Education in Journalism and Mass Communication Conference de 2014 em Montreal, no Canadá.
O principal jornal de oposição venezuelano, recentemente vendido a investidores anônimos, parece estar mudando de posição editorial semanas após prometer que não o faria. O editor-executivo do El Universal, Elides Rojas, disse ao Instituto Internacional de Imprensa (IPI) que o novo presidente do jornal tinha "ordenado uma revisão completa na seção de opinião" e suspenso ou demitido a equipe editorial.
Quando Edison Lanza se tornar Relator Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos em outubro, vai entrar em uma batalha política na Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o papel de seu escritório na região.
Como se não bastasse ser uma das regiões mais perigosas do mundo para a cobertura de crimes, repórteres do norte do México agora enfrentam novos obstáculos supostamente criados pelas autoridades que deveriam protegê-los.
Depois que um jornalista de TV foi morto a tiros recentemente em Tegucigalpa, a polícia rapidamente alegou que o motivo não tinha nada a ver com o seu trabalho de reportagem. Algumas publicações dizem que ele foi o 37º jornalista assassinado em Honduras desde 2003, enquanto outras dizem que ele foi o 45º repórter morto no mesmo período.