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Repórteres Sem Fronteiras pede mais proteção para as jornalistas

Em reconhecimento ao Dia Internacional da Mulher, 8 de março, a organização Repórteres Sem Fronteiras publicou um relatório sobre os desafios enfrentados pelas jornalistas no trabalho, informou a agência EFE. O documento, intitulado “A imprensa: um território de homens que é perigoso para as mulheres”, destaca problemas como a segregação, a violência e as desigualdades nas redações.

O relatório, disponível em inglês e em francês, também menciona o ataque à correspondente da rede de TV americana CBS Lara Logan, que foi estuprada no Egito, no mês passado.

Com entrevistas de jornalistas de todo o mundo, o documento salienta que as mulheres tendem a ocupar cargos mais baixos. “Ainda é um mundo muito masculino, do qual as mulheres estão excluídas, um mundo de homens feitos por homens”, diz o texto.

O relatório também ressalta que, em algumas partes do mundo, as mulheres são mais vulneráveis a ataques e repressão. Embora afirme que o ataque a Logan possa ser uma exceção, o documento acrescenta: o caso é exemplo "dos riscos enfrentados pelas mulheres que trabalham como jornalistas".

Entre as recomendações feitas no relatório, está a criação de programas de proteção e capacitação voltados especificamente para as mulheres.

» Voz de América (Mujeres en el periodismo)

Nota do editor: Essa história foi publicada originalmente no blog de jornalismo nas Américas do Centro Knight, o predecessor do LatAm Journalism Review.

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