Três jornalistas gravemente feridos enquanto cobriam uma reportagem lutam para reconstruir suas vidas, com sequelas duradouras e um governo que, afirmam, os deixou no esquecimento.
O ex-chefe de inteligência Vladimiro Montesinos foi condenado a 20 anos por uma carta-bomba que matou Melissa Alfaro em Lima, mas a absolvição do acusado de fabricar e enviar a bomba pode levar a um recurso por parte da família.
Depois que um ex-CEO brasileiro foi preso por ameaçar agredir um jornalista, uma operação policial revelou laços obscuros com políticos, juízes e até mesmo a mídia.
O Tribunal Constitucional do Peru anulou a condenação de um ex-oficial militar pelo assassinato do jornalista Hugo Bustíos em 1988, ao considerar que o crime havia prescrito segundo uma nova lei.
Ferido no ataque que matou Brent Renaud na Ucrânia, o fotógrafo colombo-estadunidense Juan Arredondo fala à LJR sobre o luto, a saúde mental e o documentário que homenageia jornalistas assassinados.
A região registrou pelo menos 17 assassinatos, com o México sendo o país mais letal. Especialistas afirmam que a agressividade por parte das autoridades e a impunidade enraizada continuam alimentando os ataques.
Enquanto documentavam a invasão de uma plantação de soja, os jornalistas filmaram homens encapuzados apontando rifles para eles. Hoje, esperam que um novo governo responsabilize seus agressores.
Apesar de um novo relatório da organização Voces del Sur ter registrado menos ataques contra a imprensa em 2024, a liberdade de imprensa não está melhorando. A violência e o assédio persistem e cada vez mais jornalistas recorrem à autocensura ou ao exílio.
Quase um ano após sobreviver a um ataque de gangue em Porto Príncipe, o repórter Jocelyn Justin continua em Cuba aguardando a reconstrução do maxilar. Ele afirma que seu governo não pagou pelo tratamento. O ministro da Saúde do Haiti cita problemas logísticos e o mau tempo como justificativa para o atraso.
Enquanto a Bolívia se prepara para eleger um novo presidente, jornalistas enfrentam ameaças crescentes em um cenário polarizado, marcado pela desinformação, ataques políticos e agressões baseadas em gênero.
Guyler C. Delva diz que sua tentativa de defender outros repórteres — incluindo esforços para reabrir o caso de um colega assassinado — incomodou o governo de transição do Haiti e o fez temer por sua segurança.
Organizações e famílias que há décadas exigem justiça por jornalistas assassinados e desaparecidos temem que a lei enterre de vez a responsabilização.