Um jornalista paraguaio do jornal ABC Color foi processado por calúnia e difamação por um senador que, de acordo com o repórter, teria participado de uma tentativa de suborno para interromper a investigação da reportagem.
Desde que o presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, tornou diárias sua já famosas conferências de imprensa matutinas, jornalistas estão tendo a oportunidade de confrontá-lo sobre as ameaças que recebem eles e sua profissão.
Em menos de quatro dias, dois jornalistas brasileiros receberam ameaças de morte por meio das redes sociais após publicarem reportagens críticas às Forças Armadas do país, do passado e do presente.
"Fazer jornalismo investigativo na América Latina e em outros lugares do mundo tem duas partes: a primeira parte é sobre a própria investigação com todos os seus grandes desafios e a segunda parte, sobre a qual não se fala muito, é a defesa da investigação, e essa é quase tão complexa ou às vezes mais do que a própria investigação", disse o jornalista investigativo peruano Gustavo Gorriti ao Centro Knight.
Um jornalista mexicano que está sob proteção federal sobreviveu a um ataque a tiros no Estado de Oaxaca.
Um encontro realizado em São Paulo no começo de dezembro reuniu comunicadores, organizações pela liberdade de imprensa e representantes do Estado para debater as ameaças enfrentadas pela imprensa, as medidas que o Estado vem tomando para combater a impunidade nos casos de violência contra trabalhadores da categoria e os próximos passos para o lançamento de uma rede de proteção a comunicadores no Brasil.
Um jornalista salvadorenho que está detido nos EUA há quase oito meses recebeu uma suspensão temporária de remoção enquanto um tribunal de Atlanta considera seu recurso.
A Fundação para a Liberdade de Imprensa (FLIP) da Colômbia pediu à Procuradoria Geral da República e ao Ministério do Interior que investiguem prontamente as recentes ameaças de morte contra jornalistas no início de setembro. foram feitas pelo suposto grupo paramilitar Águilas Negras.
Comunicadores ameaçados por fazer seu trabalho foram oficialmente incluídos no programa de proteção a defensores de direitos humanos do Ministério de Direitos Humanos (MDH) do Brasil.
Jornalistas venezuelanos trabalham em um ambiente muitas vezes caracterizado por ameaças, precariedade econômica, recursos limitados e poucas oportunidades de emprego.
O Mecanismo de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos e Jornalistas do México ficará sem financiamento no final de setembro, mobilizando os defensores da imprensa para exigir que o governo federal garanta recursos para que o programa continue.
Na Colômbia, a sociedade civil fez uma série de apelos ao Estado para deter a onda de ataques e ameaças contra jornalistas e líderes sociais que vem ocorrendo com crescente intensidade nos últimos quatro anos, de acordo com a Fundação pela Liberdade de Imprensa (FLIP).