Um jornalista colombiano foi agredido por policiais enquanto cobria um roubo na cidade de Barranquilla, no norte do país, informou o jornal El Espectador.
Um jornalista colombiano foi agredido com socos no rosto enquanto tentava cobrir as queixas de cidadãos nos escritórios da administração fiscal do estado de Bolívar, em Cartagena, Colômbia, informou o El Universal.
Na terça-feira, 3 de julho, as guerrilhas do Exército de Libertação Nacional da Colômbia publicaram panfletos criticando o trabalho jornalístico de duas emissoras de rádio, a Caracol e a RCN na região de Arauca, no norte da Colômbia.
Um ativista e jornalista colombiano afirma que um grupo paramilitar planeja a morte dele, que custaria 200 mil dólares, informou a agência de notícias EFE.
Depois de mais de um mês de sequestro, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) libertaram o jornalista francês Roméo Langlois, que foi entregue no meio da selva do estado de Caquetá à Missão Humanitária liderada pela ativista de Direitos Humanos Piedad Córdoba nesta quarta-feira, 30 de maio, informou o jornal Telesur.
"Preciso de uma arma", pediu um jornalista, como medida de segurança para trabalhar em Veracruz, um dos lugares mais perigosos para a imprensa mexicana. Após o pedido, Daniela Pastrana, da organização mexicana Jornalistas a Pé (Periodistas a Pie) respondeu ao jornalista que uma arma de fogo não era a solução, mas seu colega de Veracruz insistiu: "Eu não quero uma arma para me defender, mas para garanti que eles não vão me pegar vivo". A resposta do repórter veio após cinco jornalistas mexicanos serem encontrados mortos com marcas de tortura nos últimos 30 dias.
Durante o 10º Fórum de Austin de Jornalismo nas Américas, do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, especialistas discutiram os mecanismos de proteção de jornalistas da Colômbia, no México e na Guatemala.
A explosão de uma bomba em Bogotá, na Colômbia, quase matou o ex-ministro e jornalista Fernando Londoño Hoyos, deixando pelo menos dois mortos e 40 feridos e criando um ambiente de caos, pânico e confusão na capital do país, no dia 15 de maio, informaram o diário El Heraldo e a agência de notícias EFE.
Uma guerrilheira das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) confirmou, ao ler um comunicado para jornalistas, que o repórter francês Roméo Langlois está com o grupo guerrilheiro e é considerado prisioneiro de guerra, segundo a Radio Caracol.
Um jornalista francês está desaparecido e suspeita-se que ele tenha sido sequestrado pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) após ter sido ferido em um combate entre as tropas do Exército colombiano e guerrilheiros no sábado, 28 de abril.
Nos últimos meses, três jornalistas colombianos precisaram mudar de cidade após receberem ameaças de morte de grupos paramilitares, segundo relatório do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ), publicado em 23 de abril.
Brasil, México e Colômbia -- três dos 12 países do mundo com cinco ou mais casos ainda não solucionados de assassinatos de jornalistas -- de novo se encontram no Índice Anual de Impunidade do Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).